Terroristas voltam a escalar Palma e Total declara abandono “por força maior”


A noite de ontem terá sido agitada na vila sede de Palma, com a ocorrência de tiroteiros esporádicos alegadamente protoganizado por terroristas segundo soube o Moz24h de fontes no distrito.

Por volta das 20 horas de ontem uma fonte em Palma disse-nos por mensagem de texto que “Há forte tiroteiro neste momento na vila de Palma” . Outras fontes no terreno por nós contactadas confirmaram o tiroteiro. Há relatos de casas queimadas. “O tiroteiro foi intenso durante cerca de uma hora. “ Recorde-se que Palma foi palco de um brutal ataque no passado dia 24 de Março, data em que o Governo e a Multinacional Francesa anunciavam o retorno das autoridades. Muitas pessoas foram decapitadas, casas queimadas, bancos vandalizados e milhares de pessoas continuam a abandonar o distrito devido a insegurança.


Total declara força maior no projecto


Um comunicado da Tota emitido está manha diz que “Considerando a evolução da situação de segurança no norte da província de Cabo Delgado, em Moçambique, a Total confirma a retirada de todo o pessoal do projeto Moçambique LNG do local de Afungi. Esta situação leva a Total, como operadora do projeto Moçambique LNG, a declarar força maior”.

“A Total expressa a sua solidariedade para com o governo e povo de Moçambique e deseja que as acções desenvolvidas pelo governo de Moçambique e seus parceiros regionais e internacionais permitam o restabelecimento da segurança e estabilidade na província de Cabo Delgado de forma sustentada”.

A Total E&P Mozambique Area 1 Limitada, uma subsidiária integral da Total SE, opera a Mozambique LNG com uma participação de 26,5% ao lado da ENH Rovuma Área Um, SA (15%), Mitsui E&P Moçambique Area1 Limited (20%), ONGC Videsh Rovuma Limited (10%), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10%), BPRL Ventures Mozambique BV (10%) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8,5%). (Moz24h)

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