Raptado empresário em tempos da Covid-19 e Ramadham


O crime de sequestros continua a abalar a sociedade moçambicana, sobretudo pelo fato de assumir contornos que envolvem crianças raptadas, como aconteceua 11 de Março passado na cidade de Maputo. Lembramo-nos então que o vice-ministro da Justiça, Filimao Suaze, condenou o crime que ocorreu em plena luz do dia na capital, Maputo

“Felizmente a tecnologia foi bastante útil e oxalá que a Polícia com o apoio das imagens que circulam logre encontrar as pessoas e proceder em conformidade para que sejam devidamente responsabilizadas”, disse Suaze.

Ao caso atrás descrito e ao do empresário Manish Cantilal, junta-se ao do patrono da fundação RIAZ que foi sequestrado na passada sexta-feira. O fundador da Fundação Rizwan Adatia e filantropo, Rizwan Adatia é a mais recente vítima e o seu carro, um Range Rover Cizento, com a chapa de matricula AIQ 528 MC, foi encontrado em estado abandonado perto de Matola.

O rapto ocorreu, sexta-feira, por volta das 15h na zona da CMC, na altura em que a vítima saia de um dos estabelecimentos comerciais. Informações da Polícia da República de Moçambique dão conta que o rapto terá sido protagonizado por quatro indivíduos até aqui a monte. Os raptores teriam bloqueado a Range Rover em que a vítima se fazia transportar e, com recurso a uma arma de fogo, forçaram a vítima a seguir viagem numa outra viatura para parte incerta. A Polícia diz já ter activado as linhas operativas para o esclarecimento do caso, que já está nas mãos da Polícia de Investigação Criminal. A fundação Rizwan Adatia actua em Moçambique desde 2015, estando focada no apoio às comunidades nas áreas de saúde e educação. Os crimes de rapto estão de volta em tempos em que a comunidade muçulmana observa o periodo sagrado do Ramadhan e a sociedade geral observa medidas extraordinárias impostas pela Covid-19. (Moz24h)

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