Quando é que “The Banker” vêm buscar o galardão que deu à Ernesto Gove?


Por Luis Nhachote


A medida que em verbal e documentalemnte são vertidos os contornos das núpcias do “people” da famigerada Privinvest e nacionais bastantes conhecidos, todos eles sedentos nas suas comissões em cima da medula dos moçambicanos, a reputação quase imaculada de Ernesto Gove foi beliscada pelos advogados de Jean Boustani, em Brookly, onde este último a ser julgado. Ao mostrarem documentos que demonstram que o Banco de Moçambique (BM) Gove fica em xeque!!!

Os Estados Unidos da America são um destino que Gove escolheu para umas férias paradisiacas, em Miami, na Florida conforme se tornaria viral numa foto publicada pela filha na rede social Instagram...

Por alturas em que o calote ja se pensava consumado e vestigios totalmente disfarçados, Ernesto Gove era distinguido como o melhor governador de banco central em África de 2015 pela revista britânica "The Banker", propriedade do jornal "Financial Times".

A publicação justificou na altura, a escolha de Gove pelo controlo que o Banco de Moçambique conseguiu na inflação, que registou uma taxa média de 2,69%, de Janeiro a Novembro do ano passado, e ter conseguido aumentar as reservas internacionais líquidas do país, de cerca de 1,7 mil milhões de euros, em 2009, para os atuais 2,5 mil milhões de euros, em 2014.

"The Banker" também reconheceu o facto de o banco central moçambicano ter logrado reduzir as taxas directoras, de 16,5%, nos primeiros meses de 2011, para os atuais 7,5%.

"Moçambique já não é o país mais pobre do mundo, como era na década de 1990. Na verdade, o país está agora entre as economias com mais altas taxas de crescimento em África, onde as expectativas são bastante promissoras", referia um comunicado do Banco de Moçambique, que citava a revista britânica.

Segundo a "The Banker", o Banco de Moçambique conseguiu estimular e estabilizar a economia moçambicana, atraindo mais bancos estrangeiros para Moçambique, como forma de criar mais concorrência e reduzir as taxas de juro.

Com as evidências dos contratos que temos estar a ler, no que tange a a contratação da dividas ocultas que se quiseram soberana, ficamos agora a saber que os documentos financeiros foram aprovados pelo Banco central de Moçambique, como indica um dos anexos dos contratos entre as empresas que pediram os empréstimos ao banco suíço, contrariando a versão de Ernesto Gove, antigo Governador do Banco de Moçambique, que disse a jornalistas que a instituição que dirigiu durante uma década desconhecia os empréstimos contraídos secretamente e sem a autorização da Assembleia da República, como manda a Constituição do nosso País.

Com todos estes cenários e já que perguntar não ofende: Quando é que o “The Banker” vêm buscar o galardão que deu a Ernesto Gove?

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