PRM desmantela uma quadrilha interna no Niassa


Por: Coloque Samocolomoa

O índice de criminalidade com recurso a arma de fogo em alguns distritos da província do Niassa era algo que tirava sono ao Comandante Geral da Policia, Bernardino Rafael.

As incursões dos meliantes tem como ponto de começo o distrito de Mavago onde comerciantes, garimpeiros daquela região tem sofrido assaltos quando se fazem a cidade de Lichinga para fazer suas compras

Apesar da vaga de assaltos, e’ de referir que naquele distrito acredita-se do não envolvimento do comandante da policia local, contudo é de salientar que, existem os homens que defendem os animais assim como homens que abatem os animais, sendo assim qualquer um deles pode fazer o uso do seu instrumento bélico para tirar o sossego dos habitantes de Mavago.

No distrito de Muembe a comandante da local da PRM foi a primeira a cair nas malhas do Bernardino Rafael, acusada ser cabecinha de malfeitores que atuam em Muembe.

Segundo reportaram jornalistas investigadores, apontam a comandante como estando na liderança de um grupo de agentes da lei e ordem que aos malfeitores juntaram-se para melhor lograrem seus intentos, assalto a um comerciante o qual tentava amealhar mais umas economias com a compra de feijão manteiga no povoado de Chiconono. Neste assalto sem do nem piedade, os miliantes portadores de armas de fogo efectuaram disparos tendo atingido o referido comerciante na zona do abdomem após aquele ter se recusado a entregar o valor monetário.

A parodia, não se circunscrevia apenas aos distritos já mencionados, tinha os tentáculos que se estendiam aos distritos de Marrupa, Mauá e Nipepe onde existiam diferentes agentes da policia da republica de Mocambique que juraram bandeira para coartar actos criminosos, assim como proteger a população. Era tudo ao contrario, eram agentes de vários níveis, dos panteados pela Academia da ACIPOL aos mais rasos cujo lápis e caneta ficaram para tras, tendo apenas o uniforme policial como certificado para delinquir

O comandante de Marrupa, conhecido por Bacar caiu nas malhas de Bernardino Rafael após a sua quadrilha de malfeitores terem assaltado comerciantes que saíram de Marrupa em direção à Cabo Delgado afim de fazerem compras. Neste assalto os policiais bandidos levaram somas de dinheiro avultadas.

Uma investigação apurada culminou com a captura de alguns agentes da polícia envolvidos no assalto os quais por sua vez apontaram o seu comandante como sendo o cabecilha da quadrilha. De lembrar que este comandante já passou por outros distritos onde a criminalidade com recurso a arma de fogo era de índice elevado, o que levara aos habitantes do distrito a acreditar que não se tratava de um meliante de primeira viagem. A comunidade estranhara o seu modus operandi , isto porque logo a sua chegada, transferiu os operativos da policia do distrito que ainda faziam face aos bandidos, dando alguma tranquilidade a população para postos policiais recondidos. Alias, o modus operante do comandante no mundo do crime já é conhecido OU ERA?

Durante o processo de investigação, o detido comandante bandido Bacar apontou o comandante de Nipepe como sendo o cabecilha dos mandantes dos malfeitores que fazem assaltos entre os distritos de Nipepe e Metárica. De referir que muitos assaltos foram feitos ao longo desta via sendo o mais marcante o assalto a uma viatura da Cicot, uma empresa revendedora de cigarros. Nesse assalto os dois ocupantes foram levados a mata depois de serem arrancados o dinheiro, foram amarrados e postos no contentor do carro, fechado. Graças a luz divina depois de um tempo conseguiram se desamarrar, a posterior abrir um buraco para ganhar a liberdade.

Em Mauá, desta vez o comandante ficara para tras, mas sim um agente da polícia que fazia trabalho por conta própria . De referir que no mundo do crime, este polícia que responde pelo nome de João Manuel foi expulso da corporação por duas ou mais vezes mas porque alegadamente um seu familiar tem influencias no corpo do topo da PRM tera sido reintegrado e com direito a receber todo dinheiro, salario que não recebeu quando cumpria a sua expulsão, isto fora da corporação.

O João Manuel, de muita passarelle pelo no mundo do crime, a procura de ganho fácil, em Cuamba quando era policia de transito a mais de oito anos , chegou a vender uma arma de fogo do tipo pistola em Cuamba, motivo pelo qual acabou vendo o sol aos quadradinhos. Mais tarde, depois de preso foi restituído a liberdade e meses mais tarde foi reintegrado na corporação.

De pouco ou nada serviu a lição. Não tardou, assaltou um comerciante em Etatara e baldou-se . O QUE ‘E ETATARA?

Dias depois voltou ao a Etatara para terminar com o serviço, felizmente a polícia já estava pronta e respondeu de forma sabia onde o João Manuel abriu fogo contra seus colegas mas acabou sendo baleado. Do mesmo jeito que foi reintegrado na polícia na primeira depois de preso, suspenso, da mesma forma voltou a ser reintegrado com direito ao seu salário e outras mordomias graças ao elo de familiaridade com o reitor.

A captura do João Manuel foi graças a sua ganância em querer se aproveitar dos bens do seu falecido cunhado onde a sua esposa, irmã do malogrado queria ficar com a pensão e restaurante em Mauá mas o seu irmão Carlitos Lagoa também tinha intenções de ficar a explorar. Infelizmente não conseguiu explorar porque seu cunhado, João Manuel simulou um assalto ao chapa do cunhado tendo dado tiros certeiros ao seu cunhado e este não resistiu perdeu a vida no local (nas matas de muhoco) Marrupa - Mauá.

Este se encontra dentro dos calabouços a espera de ser sentenciado. Esperamos que desta vez seja para sempre porque está provado que ele é um assassino frio e cruel.

No troço Marrupa, Mauá e Nipepe muitos assaltos foram executados com recurso a arma de fogo por estes comandantes agora apanhados na malha do Bernardino Rafael os quais como válvula de escape atribuíam os assaltos a Renamo porque antes do DDR os mesmos tinham as suas bases na área onde a mais famosa era de Muacanha

Dentro desta ofensiva do Comandante Geral da PRM o distrito de Cuamba não foi deixado de lado.


No dia 11.06.2022 uma equipa Provincial esteve no comando distrital de Cuamba durante quase toda tarde a interrogar o comandante distrital e alguns membros da mesmo comando . De referir que o comandante distrital de Cuamba já é um colosso naquele distrito onde assaltos a mão armada têm sido registados.

Atualmente o distrito de Cuamba é a boca do fumo da província, aqui circulam drogas das mais leves as mais pesadas. Todo mundo sabe onde se vende a droga mas nada se faz.

A extração de órgãos humanos para fins de curandeirismo é algo recorrente no distrito de Cuamba tendo sido detido um grupo, mas o outro ainda continua a trabalhar.

De fontes no local a vozes que dizem que o comandante de Cuamba está sendo ouvido porque já trabalhou com o Bacar e não só a casa que o mesmo construiu em Cuamba não é dá sua justifica o salario que aufere, é um castelo construído em tempo recorde. No mesmo sábado que estava a ser ouvido estava a acontecer uma grande boda no seu castelo.

Tem um ditado que diz que quando o dinheiro nos soube a cabeça ninguém se controla. Sr. Comandante Geral da República de Moçambique, faz favor rever e investigar este comandante porque os seus bens não condizem com o que ele ganha, não só o tempo de permanência no distrito de Cuamba, e muito o que nos leva nos acreditar que existe alguém noutros patamares que o proteje. (Moz24h)


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