PR diz que Governo não vai descansar enquanto não acabar com actos de terrorismo em Cabo delgado


O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse ontem em Maputo, que o governo não vai descansar enquanto não acabar com os actos de terrorismo em Cabo delgado e ataques em algumas regiões do centro do país.

Filipe Nyusi falava na Praça dos Heróis Moçambicanos, por ocasião do quadragésimo quinto aniversário da Independência nacional onde afirmou que os ataques em Cabo delgado e no centro do país, estão a inviabilizar as conquistas da independência de Moçambique e a travar a marcha rumo ao desenvolvimento do país. O Chefe do Estado precisou que tal como no passado, os moçambicanos não vão permitir que o seu povo seja usado com tábua para a satisfação de interesses individuais e obscuros. “ Apelamos a população no sentido de continuar a colaborar com as autoridades, denunciando os terroristas e homens armados para a sua neutralização. Hoje como ontem, sejamos vigilantes contra novas tentativas de intimidar o nosso povo, usando o terror gratuito e ataque a nossa unidade como um povo. Será de novo a nossa determinação em rechaçar a agressão terrorista que nos é movida. Não deve haver pressa em esquecer os malefícios do colonialismo para que não sejamos presas fáceis dos manipuladores de consciência que a todo o custo, tentam branquear a história do presente”, disse.  Filipe Nyusi afirmou que durante os 45 anos de independência, a marcha pelo desenvolvimento continua firme e com realizações visíveis. “ Como resultados dessas acções registamos muitos benefícios do povo moçambicano. A título de exemplo, em 1975 com cerca de 10.6 milhões de habitantes, a taxa de alfabetismo no país era de 93%, isto é 7% da população moçambicana sabia ler e escrever. Hoje volvidos 45 anos e com uma população de aproximadamente 30 milhões, conseguimos reduzir a taxa de analfabetismo para 39 por cento”, frisou. Na Praça dos Heróis, o Presidente da República condecorou 10 personalidades que se destacam em diferentes frentes. “ A distinção destes nossos compatriotas é feita em reconhecimento dos actos meritórios excepcionais que contribuíram para a libertação nacional, para o aumento da produção, se notificaram nas artes, desenvolvimento e funcionamento do estado moçambicano. Estes compatriotas que nos honram pelos seus feitos, merecem o nosso maior reconhecimento. As insígnias que hoje lhes são colocadas, simbolizam a forma singela que a pátria encontrou para manifestar a gratidão pela sua dedicação e abnegação” afirmou.

O pais celebrou ontem 45 anos de independencia num contexto em que o pais é assolado por agressão terrorista em Cabo Delgado desde outubro de 2017 e na zona centro com a insurgencia da chamada Junta Militar da Renamo (Moz24h)

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