Pilotos de Dyck em greve e exigindo garantias de que não serão presos no regresso a Africa do Sul



Os pilotos ao servico da empresa de segurança privada sul-africana Dyck Advisory Group (DAG), estão em greve, garantiu um fonte do Moz24h na África do Sul. a DAG entrou em operações em Moçambique, na provincia de Cabo Delgado em apoio as Forças de Defesa e Segurança na luta contra o Terroristas dos assumidos bandidos do "Estado Islamico".

A fonte do Moz24h disse que a greve resulta da falta de pagamentos dos seus sálarios.

Maioritariamente constituida por sul africanos, "Eles estão a negociar para que não sejam presos no regresso a África do Sul"

Há semanas o mediaFax, citou uma fonte ligada ao Ministério da Defesa (MDN), que dizia que a operação (da contratação da DAG) estaria a custar ao Estado moçambicano "cerca de 15 milhões de dólares semestrais".

Os pilotos da DAG estiveram em incursões contra as bases dos terroristas, em Mueda, e nas zonas de Mbau e Awassi, no distrito de Muidumbe.

A Dyck Advisory Group substitui a Russian Wagner Group, que se retirou de Cabo Delgado no mês passado. Segundo o Daily Maverick, citado pelo investigador Joseph Hanlon, esta empresa é propriedade do ex-coronel militar do Zimbabwe Lionel Dyck, que se acredita estar próximo do Presidente do Zimbabwe, Emerson Mnangagwa.

Lionel Dyck esteve envolvido na política do ZANU-PF e em vários projectos, desde 2002, para Mnangagwa substituir Robert Mugabe. Esta força, ao que a Moçambique diz respeito, foi co-responsável no ataque à Casa Banana, antigo “quartel-general” da Renamo. (Moz24h)

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