Parem de mentir aos Moçambicanos


Não raras vezes temos vindo a acompanhar um pouco por todo lado, governantes da Frelimo fazendo declarações e ou promessas falsas ao povo Moçambicano.

Exemplos são muitos. Num passado recente, as autoridades Moçambicanas faltaram a verdade ao povo Moçambicano afirmando que nenhum pedaço do nosso país estava sob controlo dos insurgentes ou terroristas em Cabo Delgado. Entretanto, ficamos a saber agora, através das mesmas autoridades e dos órgãos de informação que a vila de Mocímboa da Praia foi recuperada pelas FDS juntamente com as Forças Ruandesas, um acto que aplaudimos e parabenizamos a todos intervenientes nesse esforço de recuperação do território de Cabo Delgado.

Na capital do país, em 2012, David Simango antigo edil da Cidade de Mapu-

to; prometeu um sistema de transportes públicos designados por metrô de superfície, alegadamente para facilitar a ligação Cidade de Maputo, Matola e Marracuene. Mas isso não passou de uma promessa vazia, era tudo falso.

Nesta onda de promessas e mentiras, chegou a vez de Manuela Rebelo, vice-ministra dos Transportes e Comunicações que, em 2017, durante uma visita presidencial ao Japão, fez o povo moçambicano sonhar alto com algo denominado Automated Guideway Transit (AGT), que, em português, pode traduzir-se como ‘Trânsito de Guia Automatizado’, usado em Tóquio. Trata-se de um sistema de transporte totalmente automatizado, sem condutor, através do qual os veículos são guiados automaticamente.O projecto segundo a ministra, teria o seu arranque ainda naquele ano. Era tudo uma falsidade.

Muito recentemente, o município de Maputo, por ditadura de voto da bancada da Frelimo, na Assembleia Municipal, aprovou uma nova postura que irá sufocar o bolso dos Moçambicanos com a elevação, de foma escandalosa e sem pensar na condição dos utentes, de taxas dos vários serviços nos cemitérios da capital do país, numa altura em que os Moçambicanos já estão sufocados devido às acções da covid-19.

Aliás há quem diga que a aprovação desta postura visa aproveitar este momento de dor e luto para encher os cofres em consequência dos muitos ôbitos causados pela covid-19. Autêntico oportunismo!

A aprovação desta postura acontece igualmente num momento em que os trabalhadores Moçambicanos não conhecem o aumento do seu salário já lá vão cerca de dois anos. Após a aprovação desta postura, o director municipal de gestão das morgues e cemitérios da cidade de Maputo, Hélder Muando, veio ao público dizer que o município é que faz a cremação dos corpos e que por esses serviços a edilidade cobra pouco mais de 12 mil

meticais, uma informação totalmente falsa, pois a bancada da RENAMO no município de Maputo, na sua visita, esta semana ao cemitério de Lhanguene, constatou que a cremação dos corpos é feita pela comunidade hindu que gere o crematório e por esses serviços cobra cerca de 21 mil meticais.

O que acabamos de mencionar, é apenas a ponta do iceberg dos desmandos do regime que governa Moçambique. Essas atitudes são próprias de um regime que chega ao poder através de fraudes, aliás esquemas fraudulentos e mentiras são o modus operandi deste regime. Se quisermos enumerar aqui cada falsidade deste regime, levaríamos uma eternidade, pois trata-se de um regime que faz dos Moçambicanos o “bombo da festa”, seus palhaços de quem faz e desfaz sem respeito e nem consideração.

É preciso colocar um basta neste regime; já passou dos limites aceitáveis! (In A Perdiz, Boletim de Noticias da Renamo)

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