Oremos pelos Guebuza!


Por Luís Nhachote


Já tinha escrito antes, noutra plantaforma, sobre as atribulações do “Drº Honoris Causa em Economia e Desenvolvimento” pela Universidade Eduardo Mondlane.

Referia-me, nesse artigo, ao ex-estadista Armando Emilio Guebuza que receberá a distinção pelos seus grandiosos feitos, em prol da nação moçambicana, de acordo com os proponetes à sua honorificação.

Nos dias correntes, por conta de “muita poeira” sufragada pelas suas órbitas, oxála não sejam os indetificavéis “Apostólos da desgraça”, o nome desta familia está sendo empurrando para o esgoto e ele, se encontra na vanguarda da sua defesa. Agora, quando lhe aparece a chance, ele responde as camaras da televisào sem tabús!

No index da conta debitada no esgoto nacional, está o estandarte do nome: Armando E.Guebuza. Que pela idade já é avo, logo tem netos netos.

Parece ser urgente que se começe a proteger esses netos, sob pena, se é que ainda não começou, do maldito Bullying já os estar a perseguir, por conta das acções dos país e âvo.

Me parece também que está maldiçào que se abateu sobre a familia precisa, a boa maneira africana, de um explenderoso exorcismo para espantar o demónio que entrou clâ a dentro.

Ensinam as tradições e os costumes importados via colonização, que a casa é o lugar preveligiado para que se resolvam os problemas.

O problema é que o problema dos Guebuza extravassou as portas internas. Qualquer chapeiro, lavador de carros, prostitutas e policiais, académicos, coveiros, vai passar por este nome na enunciação dos vocábulos que lhe vierem à telha, quando estiver a lamentar por Moçambique.

Logo, os Guebuza são assunto nosso de pleno direito, em modo soberano!

Os seus contemporrâneos, nos crocodilados debates sobre o velho jovem revolucionário nos anos de luta, de efervêrencia sem igual, são como os morcegos que no uivar da noite bebem os whiskies da sofreguidão para esconderem a sua parte da culpa no cartório.

Onde foi que eles se esfiaram quando foi preciso que eles o chamassem, na casa deles, para o puxão de orelhas necessários?. Para o frearem!

Armando Emilio Guebuza, que viu à luz do dia pela primeira vez no distrito de Murrupula, onde nasceu tem história de governação e legado de luta por contar. E até preservar. Mas tem pecados também. E muitos. Para quem jurou diante da nossa biblia, a tal de Constituição da República e depois a ter contornado, sob alegações de defesa da soberania, tem que dar a sua mão à palmatória!

E aos retalhos, esse povo sofrido do qual era comandante em chefe na “Luta contra a pobreza”, ficar a saber que o filho mais velho também combatia, em seus nomes, a “pobreza dos amigos dele” com presentes que um filho de um revolucinário, no alto da sua moral e principios de luta, o impederia de o fazer!

Havendo a cerimónia, aos gestores desse conhecimento não escrito, sob batucadas deverào notificar os enfermos que tirem as balalaicas do poder e da arrogância e expulsem os demónios. Para que os netos dos Guebuza, os senhores do amanhà possam exaltar a imponente obra visivel que deixou!

Por isso, oremos pelo Guebuza!


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