OMS: Coronavírus pode nunca vir a desaparecer


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o facto do novo coronavírus, responsável pela Covid-19, poder tornar-se endémico e nunca vir a desaparecer totalmente. As declarações da OMS acontecem quando o número de mortos, em todo o mundo, se aproximam dos 300 mil.

O novo coronavírus pode “nunca mais desaparecer” e tornar-se numa doença com a qual a humanidade deverá aprender a conviver, advertiu, ontem, a Organização Mundial da Saúde, quando o número de vítimas mortais, em todo o mundo, se aproxima da barreira das 300 mil.

“Nós temos um novo vírus que atingiu a população humana e pela primeira vez está a ser muito difícil de dizer quando é que o vamos vencer”, declarou Michael Ryan, director das questões de urgência sanitária da OMS, durante uma conferência de imprensa virtual em Genebra.

“Este vírus poderá tornar-se endémico nas nossas comunidades, ele poderá nunca mais desaparecer”, insistiu o responsável, lembrando que o sarampo continua presente no mundo, mesmo havendo uma vacina disponível.


Coronavírus transmitido através da fala?


Outra informação inquietante, publicada pela revista PNAS, revela que o novo coronavírus poderá ser transmitido pela própria fala. As micro gotículas geradas pela saliva podem ficar suspensas no ar, num espaço fechado, durante dez minutos, revela o estudo, sublinhando o papel das micro gotículas na Covid-19.


EUA acusam a China de espionagem


Os Estados Unidos, o país mais afectado pela pandemia, com um total de 84 mil mortos, acusam a China de tentar “espiar” os investigadores norte-americanos, que estão a trabalhar na luta contra o novo coronavírus.

Segundo os EUA, o sector da saúde, mas também a indústria farmacêutica e de pesquisa, estão a ser alvo de piratas informáticos chineses, estudantes e investigadores, que tentam apropriar-se de pesquisas sobre a vacina, de tratamentos e novos testes de despistagem.

Desde há várias semanas, que o Presidente Donald Trump tem estado a acusar a China de ter dissimulado a amplitude da epidemia, que surgiu no final de 2019, na cidade de Wuhan, e de ter facilitado a propagação da doença a nível mundial.

A China desmente as acusações e fala em “rumores e calúnias”.

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