Gustavo Mavie vai ser hoje confirmado pela AR...para ficar Três anos calado


O veterano jornalista Gustavo Mavie que dirigiu a Agencia de Informação de Moçambique (AIM) por 14 anos deve ser hoje confirmado, em sessão plenária da Assembleia da República (AR), como membro da Comissão Central de Ética Pública (CCEP).

Proposto pelo partido Frelimo que detem a maioritaria qualificada da AR a indicação de Mavie, um dos mais destacados membros do famigerado G40, a sua indicação para membro da CCEP desencadeou revolta e incredulidade na sociedade civil e no principal partido da oposição, a RENAMO a fazer adiar no Parlamento a sua indicação. O leit motiv foi o levantamento do véu de um processo de gestão danosa que terão sido protoganizadas por Mavie enquanto director da AIM

Arnaldo Chalaua, porta-voz da bancada parlamentar do maior partido da oposição, entende que "Mavie tem uma culpa no cartório, é uma pessoa que falcatruou o Estado, esteve na AIM, e nesse sentido criou várias atrocidades, aquilo que chamamos enriquecimento ilícito. Não faz sentido que essas personalidade seja eleita pela Assembleia da República para fazer parte de um órgão extremamente importante, como a Comissão de Ética."


Gratificação ao preço do silencio??


Quando é prática indesmitivel da Frelimo ter gratificado com vários cargos onerosos ao erário público a membros do G40, incluindo na magistratura, Importa frisar que a indicação dos membros propostos para a CCEP não é renumerada apesar dos mesmos se reunirem uma vez por semana. "Nos não recebemos pelas presenças nessas reuniões" disse ao Moz24h uma fonte que compunha o elenco que vai cessar.

Contudo importa referir que a conduta dos membros da CCEP não permite que os membros se exponham em quizilias na praça pública como tem sido apánagio de Mavie que tem se esforçado em atacar todos aqueles que tem opinião contrária contra o partido que o gratifica. Uma fonte senior da Frelimo disse-nos que a indicação de Mavie "foi a saida que encontramos para ele ficar calado por tres anos"

A Comissão Central de Ética Pública tem como missão fazer cumprir a Lei de Probidade Pública (LPP) e tem estado a dirrimir conflitos de interesses de diversas figuras ligadas ao aparelho do Estado, que auferem mais de um salário em várias instituições públicas ou participadas pelo Estado. Irá Mavie manter o seu verbo em hibernação? (Moz24h)

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