Filipe Nyusi preocupado com os críticos sobre a guerra no País


“Não vamos admitir que uma única franja da sociedade invoque o sofrimento do povo para colheita de interesses de grupos. Sem querer comparar com os processos de paz passados, porque não são iguais, estamos agora perante o terrorismo, não podemos dizer luta dos 16 anos, não tem nada de comparação”,  Nyusi.

“Permitam-me que use desta oportunidade para abordar o tema segurança, que tem afetado alguns distritos de Cabo Delgado e duas províncias do centro do país. Isto é, Manica e Sofala”, cujas consequências afectam “todo o povo moçambicano”.

Adiante, o Presidente Nyusi disse: “temos consciência das nossas limitações materiais e históricas, mas as mesmas não podem ser confundidas com ausência de energia e sobretudo como falta de predisposição para nos defendermos em todo o território nacional contra qualquer tipo de inimigo”.

Segundo Nyusi, é também verdade que “todos nós temos conhecimentos das limitações que o país atravessa nesta fase de construção da Nação. Prioritariamente, todos os reforços que temos deviam ser aplicados para a criação do bem-estar do povo moçambicano e não para actos de defesa”.

Contudo, acontece o contrário, na tentativa de acabar com a violência armada no centro e norte.

“Depois de termos atingido a paz definitiva, os partidos políticos” e demais órgãos assumiram o compromisso de dirimir as suas desinteligências por via do diálogo.Mas também é o que acontece.

Nyusi reafirmou o compromisso do seu Governo de tudo fazer para assegurar a ordem e assistências às famílias vítimas do conflito em Manica,Sofala e Cabo Delgado.

“Que fique claro, que qualquer ameaça, ataque ou tentativa de desestabilização de qualquer ponto do país, usando qualquer método subversivo, constitui um atentado à coesão e à unicidade do povo moçambicano.



Fonte: O País, editado de Notícias de Defesa

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