Fanáticos da Frelimo diabolizam Rosário Fernandes


Por Sérgio Cossa


As redes sociais têm sido um palco priveligiado para que figuras afectas ao partido Frelimo ataquem e ponham em causa Rosário Fernandes, o demissionário presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE) que manteve a sua “coerência” após ser destratado, em público, por meio de metáforas, pelo Presidente da República. Aliás, no meio de tais ataques, Rosário Fernandes, têm sido muito aplaudido por vários quadrantes da sociedade pela coragem e integridade.

Julião Cumbane, polémico físico nuclear e militante do partido Frelimo famoso por destilar ódio para quem não esteja do seu lado, escreveu na sua página na rede social Facebook: “Este concidadão na imagem (Rosário Fernandes) NUNCA foi essa pessoa que se diz por aí de boca cheia que é: íntegro. É falso. Ele não é diferente de Joaquim Chissano ou de Armando Guebuza, em termos de práticas na gestão da coisa pública. Não é, pois, por acaso que o Fernandes mereceu sempre confiança e se destacou quando Chissano e Guebuza estiveram no poder. Ele COMPROU a confiança tanto de um quanto do outro, com fundos públicos. Portanto, são todos malandros e meio”. Cumbane já esteve ennvolvido em polémicas com os juristas Teodato Hunguana e Teodoro Waty. Recentemente escreveu um texto atacando em termos violentos o antigo presidente Armando Guebuza de quem disse ser, “filho e fã”. A quem diga que Julião Cumbane tudo faz para impressionar Filipe Nyusi na esperança de ser retribuido com um tacho. E para isso não olha meios e muito menos palavras.

O historiado Egídio Vaz também juntou a sua voz ao coro de críticos a Rosário Fernandes. Vaz, um antigo apoiante de Afonso Dlhakama e da Renamo mudou- se de armas e bagagens para Frelimo de Filipe Nyusi. E a sua página na rede social Facebook tem sido o local preivilegido para mostrar a sua fidelidade ao partido vermelho e ao seu líder. Sobre Rosário Fernandes, o historiador escreveu: “ Entre aquele que geriu uma Autoridade Tributária OCIOSA, porque mais de 50 por cento do orçamento de Estado era financiado pelos governos exteriores e aquele que gere uma AT cujos cofres foram encontrados vazios e mesmo assim conseguiu fazer omoletes sem ovos assegurando o pagamento de salários e sobrevivência do estado, QUEM É SÉRIO?”. Egídio Vaz, prefere atacar a passagem de Rosário Fernandes pela Autoridade Tributária de Moçambique, onde, diga-se de passagem, o seu trabalho também foi muito elogiado por vários sectores da sociedade.


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