E o Mamparra of the YEAR é...?


Meninas e Meninos, Senhoras e Senhores, Avos e Avôs


Em defesa da democracia, da liberdade de imprensa e de expressão, cá estamos exclusivamente de volta para nomear o Mamparra do ano de 2019. Trata-se de um errante cidadão conhecedor das leis que descobriu a polvóra no limiar da segunda decáda deste século. Através dele ficamos a saber que viajar para os Estados Unidos da America está ao alcance da curiosidade e das facilidades de quem melhor pode (des)informar sobre as ocultas.

Para tal, sobretuto se algures comissionado, a romaria vale a pena nem que para isso o Centro de Integridade Publica (CIP) e o seu pesquisador sejam objectos de escrutinio para posterior trivia e vilipendiação a roçar a espionagem.

Sem ser mais clandestino que a própria clandestinade, um feito de outras luas, o tal conhecedor de leis se fez luz. Atacando os mensageiros conseguiu emergir no patamar da mediocridade. Sabichão online, o mamparra do ano, pareceu no seu serviço estar a descortinar a poeira outra vezes descortinada.

Não há capuz que vai esconder o modus operandis que atrofiou uma sociedade onde um bando de mimandos em nome soberano, sejam eles “três beijos” “shopsticks” , “Nguilas” , “Ndambis”. Foi o serviço do CIP na pele de Borges Nhamirre que nos permitiu saber de transferencias bancarias de Dubai para o Partido Frelimo e para outros bastantes portadores do cartão vermelho. Foi o serviço do CIP que nos permitiu saber das SMS trocadas entre “Dad’s e Son’s”. Foi aquele serviço que no dealbar do caso la na banda de Brooklyn nos permitiu também saber que é o mamparra de 2019! Obrigado ao CIP

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Basta deste tipo de Mamparras, mamparras e mamparras.

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