Dos “Curados” do Coronavirus a hipocrisia do “Moza Banco”


Há dias, segundo me constou, a distinta Senhora Lúcia que honra as calças da casa e do casal Comiche, terá ido às compras ao “Premier Grupo Mica”. Nada obsta que uma cidadã de bem, vá às compras quando, e onde, bem lhe apetecer. O problema está na ignorancia dos comuns mortais, que viu na presença da Senhora um perigo público.

Afinal o Ministério da Saúde ainda não disse quem são as duas pessoas “recuperadas” da “Covid19” que haviam testado positivas. Como também nunca nos disse como a sociedade se deve portar diante dos seus “curados”.

Uma eventual revelação das identidades dos “Curados”, por parte do MISAU, seria o ouro sobre o azul. O derrubar das barreiras do tabús, superiomente confessados pelos principes encubadores, o Alberto e Carlos, os do sangue azul do principado do Monáco e da monarquia britanica.

Confissões de aristocratas a parte: sem nenhuma revelação do MISAU é legitimo concluir, com as idas as compras da Senhora Lúcia e da foto do seu “rapaz” com o pai que se viralizou na rede, que este casal é a parte visivel dos “recuperados”.

A encriptação dessas identidades, mesmo depois do anúncio “da bateria de exames no ICOR” revela que está pandemia pode ser controlada com indesmentíveis casos recuperados com sucesso.


O problema é....


No meio da corrida a “ajuda externa” onde o governo reaprende a estender as mãos aos parceiros zangados, às autoridades de saúde falam em 35 casos testados positivos para a Covid19 sendo que destes 31 continuam activos. Isto quer dizer que temos 4 “recuperados”. Quem são e quais são as identidades, é um direito privado dos testados positivos mas, no caso cintilitante, onde a Senhora Lúcia falou para quem a quis ouvir, é um assunto que passou para a esfera pública.

Não fossem eles o casal número um da autárquia da capital, o assunto teria acabado nos “Pulmão” dos cosmos de “Maputo By Night”

Para que a orquestra ficasse completa, o Instituto do Coração (ICOR) foi o local escolhido pelo autárca da capital, para se submeter “a batéria de exames”. Afinal ele estiverá em terras de Sua Majestade em “missão de serviço” e a factura podia muito bem ser atrelada na factura do erário público, qual galinha dos ovos de ouro...

Porque iria o autárca de Maputo para o Banco de Socorros do Hospital Central de Maputo? Quem é ele para desafiar o Status quo vigente?

E, porque onde há Xerifes, artistas existem, O MOZA BANCO emergiu, em plena luz do dia, com uma doação de 50 mil “verdinhas” para o ICOR. O Valor doado por aquele banco que se reergue de um trauma infligido pelo Xerife da 25 de Setembro, é equivalente a 3.230.000 de meticais e servirão “para apoiar no atendimento aos pacientes ligados à pandemia da Covid-19”.

Mesmo que o ministro da Saúde, Armindo Tiago afie o verbo e aponte para “a necessidade urgente” de se construirem infraestruturas específicas com vista a albergar “os prováveis doentes do Coronavírus”, isso não mexe com a sensibilidade do banco dirigido por João Figueiredo.

A hipocrisia do Moza Banco, detido em 59% pela Kuhanha é a prova insofismável que faltava: que ele (a hipocrisia) tem contas bancárias e hospitais para elite. (Luis Nhachote)

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