“Dívida ocultas”: Washington se move para apreender os ativos do petroleiro Nhangumele


O Africa Energy Intelligence (AEI), uma reputada publicação que se edita na França desde 1983, escreveu na sua edição do dia 24 do mês passado, que o grande júri do tribunal do Distrito Leste de Nova York “solicitou em 16 de agosto a apreensão dos bens de Teofilo Nhangumele no caso das dívidas ocultas em Moçambique”.

De acordo com a publicação “A apreensão será igual à soma das taxas que o petroleiro recebeu - cerca de US $ 8,5 milhões - por seu papel na criação de um acordo financeiro que permitiu que três empresas moçambicanas estatais emprestassem mais de US $ 2 bilhões entre 2013 e 2014 sem informar o Fundo Monetário Internacional (FMI)” .

O AEI refere que em 2011, Nhangumele, era chefe das relações públicas da BP Moçambique entre 2002 a 2008. Diz ainda o AEI “foi contatado por empresários libaneses Jean Boustani, um funcionário da empresa dos Emirados Árabes Unidos Privinvest que estava no centro do esquema. Nhangumele negociou os termos da primeira série de taxas a serem pagas aos funcionários moçambicanos para que eles validassem os empréstimos, enquanto embolsava US $ 8,5 milhões (AEI 837). Ele está preso em Maputo desde fevereiro de 2019” (Africa Energy Intelligence)

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