Covid-19: especulação e corrida aos alimentos em exponencial


Começou a especulação de preços na corrida aos alimentos um pouco por todo o país segundo constatou o Moz24h pelos principais mercados no país. É o oportunismo e a desumanidade a tomarem conta da insesibilidade na corrida ao lucro....

O Instituto Nacional das Actividades Económicas (INAE) tem estado a ser chamado para vários lugares para aferir sobre a especulação dos preços. Mas a capacidade em termos de recursos humanos do INAE é pequena para responder a demanda nacional. Mercados como Xipamanine e Fajardo os preços de alguns produtos dispararam. O saco de cebola. por exemplo, que custava antes do anúncio do Covid19, 260 meticais, esta hoje nos 600 meticais o saco. A batata idem e demais produtos alimentares de primeira necessidade.


Governo alerta


O governo moçambicano alertou contra a especulação de preços e corrida aos alimentos e medicamentos.  O executivo de Filipe Nyusi avisou que prevê penas de até dois anos de prisão para os comerciantes que promovam a especulação de preços bem como para os consumidores que estejam a açambarcar os produtos alimentares e farmacêuticos no mercado nacional. A advertência é da inspectora nacional das actividades económicas, Rita Freitas, que promete fazer cumprir a lei do comércio. O aviso está dado, assim como as garantias de que o mercado está abastecido com produtos alimentares para os próximos dois meses.

Por outro lado, o Inspector-Geral da Saúde, Martinho Dgedge, disse, em conferência de imprensa, que se constatou especulação de preços em farmácias, nomeadamente ao nível do "álcool, máscaras, luvas e alguns medicamentos" e que já se verifica a falta desses produtos nas farmácias. (Moz24h)

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