Comandantes das FADM irritados com o que chamam de “propaganda ruandesa”



Alguns comandantes das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) estão irritados com as publicações ruandesas dando conta de sucessos alcançados por estas no combate aos insurgentes.


Para as chefias, as referidas publicações não passam de propaganda, reporta o Jornal Zambeze na sua edição de hoje num artigo também assinado pelo Africa Monitor.


Alguns jornais digitais, sul-africanos e moçambicanos, publicaram, por exemplo, informação de que as tropas ruandesas abateram 30 terroristas perto de Quitunda (vila de reassentamento da Total) e que perseguiram outros para a Tanzânia.


De acordo com o Zambeze/Monitor, fontes militares disseram que esta informação é falsa e se insere no esforço de guerra psicológica e no objectivo de promover a imagem das tropas ruandesas. Outras fontes consultadas referem que a informação teve origem e foi disseminada por uma discreta empresa de análise de risco denominada Aldebaran, que trabalha com as forças ruandesas

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