Arguidos das "Dívidas Ocultas" nas vestes de reclusos


Os 19 arguidos que respondem no processo de querela 18/2019 C, depois do no primeiro dia do julgamento onde foi lida apenas a acusação pelo Ministério Público e a defesa levantou questões prévias, começaram a se apresentar com a roupa de reclusos, ontem, no segundo dia do julgamento.

As questões prévias colocadas no primeiro dia do julgamento do caso das dívidas ocultas já começam a produzir resultados. A pricincipal exigência do juiz Efigênio Baptista era de que os arguidos presos se apresentassem uniformizados à semelhança do que ocorre geralmente com outros reclusos em igual situação .

Ontem dia reservado as audições de Ciprino Mutota, um oficial dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) e Teófilo Nhangumele, estes chegaram nas vestes de reclusos a penitenciária da cadeia de Maxima Segurança da Machava onde decorre o julgamento da maior fraude financeira de que Moçambique tem memória.

Assim os arguidos de luxo, tais como Grégorio Leão, António Carlos do Rosário, Armando Armando Ndambi Guebuza na altura das suas audições estarão no banco dos réus em "larajinha" como acontece com outros moçambicanos que respondem os processos na condição de prisão preventiva. Hoje o Tribunal encerra as audições de Mutota e inicia com Teófilo Nhangumele (Moz24h)

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